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Denominação de Origem «Ribeira Sacra» e Viticultura Heroica

A Ribeira Sacra é um dos expoentes máximos da chamada «viticultura heroica». Este termo faz alusão a condições do terreno que dificultam, especialmente, o trabalho com as videiras e que obrigam os viticultores e vinicultores a desafiarem as vertigens nos terraços.

A distribuição das vinhas em terraços ou socalcos para compensar o declive do terreno, que pode atingir os 100 %, gera um espaço que impede a mecanização.

Excetuando vias pontuais nalgumas vinhas para transportar caixas, todo o trabalho é realizado com as mãos, os braços e as costas dos viticultores e vinicultores; entretanto, deslocar-se por entre as videiras é um verdadeiro exercício de acrobacia. A viticultura heroica culmina e encontra a sua máxima expressão na vindima.

O CERVIM conta desde 2011 com um rótulo específico que define este tipo de viticultura e que, em Espanha, apenas pode ser utilizado por duas denominações de origem, uma delas a Ribeira Sacra.

Além do mais, a Denominação de Origem «Ribeira Sacra» foi introduzida em 1996 para proteger a origem, garantir a qualidade e promover os seus vinhos. Esta denominação é repartida por cinco subzonas: subzona de Amandi, subzona de Chantada, subzona de Quiroga-Bibei, subzona de Ribeiras del Miño e subzona de Ribeiras del Sil.

Com o estabelecimento da Denominação de Origem «Ribeira Sacra», o setor profissionalizou-se e, a partir do mundo do vinho, os vinhedos foram reabilitados em socalcos e a paisagem foi recuperada. O vinho constitui hoje um setor pujante e dinâmico, sendo um dos principais motores económicos da zona e um impulsionador determinante da Ribeira Sacra como destino turístico.

Pode obter mais informações sobre a D.O. Ribeira Sacra aqui

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